A palavra veio antes da ideia, antes da forma, antes da mancha. Veio como uma sombra sinuosa, como uma figura disforme e etérea que se espalha pela água, que suja o papel, que marca a pele. A palavra, você logo entende, não é só uma palavra – ou uma coisa -, é um sentimento.
Está tudo sujo, está tudo escuro, está tudo estragado.
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