“I may think of you softly from time to time…”
Oi! Eu sei que tem tempo que a gente não se fala, mas é que eu venho tendo notícias daqueles seus amigos de faculdade e... Queria saber de você, se você tá bem. Se você conseguiu se formar com eles – porque eu sei o quanto você gostava deles. Aliás, ainda gosta? Queria saber se você conseguiu se formar, ponto. Se você finalmente ‘tá mais feliz com sua vida acadêmica do que naquela época, se você ainda tem planos de trabalhar fora do país, se pesquisa ainda faz seus olhos brilharem, e se fazer ciência ainda é sua paixão – ela era? Às vezes a memória me falha, e eu não sei o que era verdade ou faz de conta, o que era você e o que eram os meus filtros de caleidoscópio.
Você ainda trabalha naquele lugar? Você ainda gosta de lá? As pessoas ainda são absurdas? As pessoas ainda são surpreendentes? Você tá feliz?
E aproveitando que eu tô aqui, me conta que séries você anda vendo, que músicas você anda ouvindo, que jogos você tem jogado e que livros você tem lido. Quais as pequenas descobertas você tem feito? Eu lembro que quase toda semana você vinha com algo novo, uma nova indicação, e que você não tinha medo de tentar descobrir coisas diferentes. Eu lembro que você tinha vários pequenos hobbies – você ainda tem? Você ainda tem essa curiosidade pelas coisas? Você ainda gosta de artesanato? De fazer as coisas você mesma?
Me fala da sua família, dos seus sonhos, dos seus planos. Você ainda tem medo do escuro? Você ainda cantarola enquanto lê? Você ainda faz aquela careta quando tá muito intrigada? Me fala o que achou do último Harry Potter, o que achou do último filme da Marvel e do último filme da DC. Você finalmente assinou o Netflix? Você ainda tenta fazer receitas que encontrou na internet? Você ainda gosta de cozinhar? Você ainda tem anedotas pra contar?
Você ainda faz coisas que te fazem feliz?
Você tá feliz?
“…but I’ll cut off my hand before I ever reach for you again”.
(eu espero que sim)
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