Um olhar rápido no espelho, um olhar demorado numa foto, um traço serrilhado sobre o papel. A escolha é óbvia desde o primeiro momento, desde o primeiro segundo. Não tem absolutamente nada que fique no seu lugar, nada que diga melhor, nada que seja tão preciso. O retrato da tristeza, hoje, é o meu desenho num caderno que era pra ser de sonhos.
Nenhum comentário:
Postar um comentário